Vinte oito por cento (28%) dos veículos de Toledo são motocicletas, bem acima da média do país que é de 20%.
Ainda há espaço para isto aumentar, visto que a motocicleta, por ser menor e ocupar menos espaço no transito, se torna um veículo ágil em termos de tempo.
Além disso, o aumento da frota de veículos também tem causado dificuldades a mobilidade urbana, com constantes engarrafamentos.
A motociclista deve ser encarado pelo motorista como um aliado da transito, pois se não fosse a motocicleta, teríamos mais um veículo ocupando um grande espaço.
O grande problema é o elevado número de acidentes com motociclistas e isto precisa ser resolvido com mais educação e menos punição.
A educação também tem que ser direcionada aos motoristas de veículos, pois geralmente, os acidentes envolvem veículos e motos e a parte mais frágil é o motociclista.
O motociclista geralmente é punido nas blitz, acidentes, falta de estacionamento e seguro obrigatório elevado, tornando um sistema que trata diferente os iguais, ou seja, falta isonomia no tratamento.
O Brasil precisa entender mais que a mobilidade urbana precisa dos veículos que ocupem menos espaço no transito, como motocicletas e bicicletas.
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