A aprovação do estatuto das cidades é uma grande conquista para o país, pois busca a gestão democrática das cidades e a participação popular.
Saíu-se do modelo Europeu tecnocrático, elaborado nos escritórios de engenharia e arquitetura, para um modelo que busca a inserção do cidadão nas decisões.
Como esse processo é novidade, ainda observa-se uma baixa participação popular, em função da falta de tempo das pessoas. É preciso que a população começe a trabalhar de forma organizada, pois com uma pequena parcela de contribuição de cada um, pode-se conseguir resultados surpreendentes.
Sabe-se que é dificil aumentar o interesse público para questões de coletividade, mas essa moda tem muito para crescer.
Uma das matérias mais interessantes do estatuto é que a propriedade tem que cumprir a sua função social e não mais econômica.
Outra intenção implicita é uma tentativa de tentar valorizar a cultura de cada cidade, contrário a busca por modelos urbanos de cidades estrangeiras.
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